Publicado em 15/05/2006 19:09

Você paga couvert artístico?

Estamos aqui para levar pra galera uma visão do que é realmente esse tal de Couvert artístico....

             Olá galera. Após nossa estréia no tudoin como crítico voltado mais para a parte musical e o que está rolando na noite em Inhumas, andei meio que sumido de cena por motivos os mais variados possíveis. Tolice seria se eu dissesse que foi por falta de tempo. Tempo quem faz é a gente. Em tempo, quero deixar registrado aqui que enquanto digito este texto o som que rola em meu computador é o álbum Pride and Glory do Zac Wilde  guitarrista do Ozzy Ousborne. "Sonzera", meu! Puro rock and roll.

 
             Bem, deixemos de conversa e vamos ao que interessa neste momento para mim que falar sobre um tema que eu considero polêmico apesar de banal, o Couvert Artístico.  Creio que todo mundo que freqüenta bares e restaurantes onde se proporciona música ao vivo boa ou ruim, em alguns destes recintos costuma-se cobrar o tal do couvert artístico.  Como diria a canção "Nos Bailes da Vida" de Milton Nascimento e Fernando Brant:

 

"Foi nos bailes da vida ou num bar em troca de pão
Que muita gente boa pôs o pé na profissão
De tocar um instrumento e de cantar
Não importando se quem pagou quis ouvir"

 

             Pois é, meu, o negócio é esse. O tal do couvert foi uma medida encontrada por alguém que é proprietário destes recintos (não sei quem) encontrou para dar emprego a músicos sem ter que desembolsar sozinho para fazê-lo. Afinal, a profissão de músico existe há centenas de anos e, ser músico aqui no Brasil é dose pra leão. Digo isso porque sou músico e sei muito bem o quanto é difícil descolar um lugar que tenha um palco honesto para se botar a boca no mundo e mandar ver todo tipo de som.

 
             Primeiro o artista, ou pretendente a tal, deve descolar um repertório descente para satisfazer a galera presente, ou seja, o público que está ali mais para farrear do que curtir um som. Mas, convenhamos, barzinho ou restaurante e até mesmo uma reuniãozinha informal com um bom som ao vivo de fundo é outra coisa. A conversa fica mais agradável, a paquera fica mais excitante, a cerveja mesmo não estando daquele jeito desce bem.

 
             Só que a galera sempre chia na hora de pagar o tal couvert. Pior são aqueles "pregos" que ficam pedindo músicas o tempo inteiro e, às vezes enchendo o saco dos músicos ou do proprietário. São estes os que mais reclamam.

 
             Outro dia quando eu estava lá no Nativus curtindo o ambiente, percebi um desses "nó cegos"  relutando com o Ari, proprietário do bar, em pagar uma mixaria por um couvert. Eu conheço bem a figura e sei que ele é um dos que pedem música de montão e costuma ficar abraçando o cantor quando está com o rabo cheio de cana. Pô meu, é um pé no saco. Neguim devia desconfiar.

 
             Tá certo que há lugares em que o dono do recinto acha que o freguês é otário e explora cobrando caro o couvert. E, ás vezes o tal cantor é uma bosta. Quanto ao couvert, aqui em Inhumas, eu não considero caro. E, às vezes pode até ser negociado entre o dono e o consumidor. Se nos lembrar-mos que há lugares em Goiânia em que, só por ser Goiânia, o sujeito paga o couvert artístico, os 10 do garçom e ainda uma consumação cara. Mas, como é Goiânia o cidadão paga e nem reclama.

 
             Aqui em Inhumas já não há muita opção para se divertir nos fins de semanas, e, barzinho sem música ao vivo é foda. Apesar de odiar o sertanojo ou o breganeijo, eu respeito a galera que faz esse tipo de som. Afinal, todo mundo tem direito a um lugar ao sol, e aqui tem um pessoal que dá o recado direitinho e faz a festa da turma. Porém, festa mesmo é quando rola uma MPB de primeira variando com o bom e velho rock. De preferência o nacional.     

     
             É isso aí pessoal dos "butecos" da vida. Conscientizem-se de que o couvert artístico existe e não é ilegal. Dêem uma força para a turma que rala enquanto vocês curtem. Música é cultura (desde que seja de boa qualidade) e barzinho com som ao vivo é o canal. Bebam com moderação.

 

Um abraço para a galera de DAMOLÂNDIA!

 

Viva os BeeGees.

Marcos Borges

Marcos Borges

Cursando último ano da faculdade de Letras pela Universidade Estadual de Goiás
Professor de língua inglesa e música com trabalhos nos bares, restaurantes e outros eventos da cidade. Marcos trabalha também como produtor e arranjador no estúdio Garage Days.

COMENTÁRIOS

Comentar usando as redes sociais

Caixa de comentários TUDOIN


Resposta ao Comentário (Cancelar)

Lista de Comentários

WALTER Ferr
01/11/2012 18:04

O couvert é do musico

Já tem esse nome porque é do artista e não do dono do bar que não tem nenhuma dispesa para levar o musico até seu bar...isso é expeculação...

Gabi
06/07/2011 06:41

E aí "putaiada"

Então pra pessoas que pagam 30,00 pra ver um "funkeiro" chegar da cinco da matina em um show marcado para as 22 horas, e ainda chamar a mulherada de "putaiada". cinco reais num é nada né gente! "Papai chegou!" (tarde mas chegou, seus otários)
Daniel Lucas
27/06/2011 20:27

Ai ai ai

Pra ter um pouquinho mais de cultura em Inhumas, dá pra pagar sim.
Afonso Neto
04/11/2008 19:44

couvert artistico

Pra mim é um absurdo ter que pagar por algo que as vezes vc nem quer, sei que a maioria dos musicos que tocam a noite precisam desse dinheiro, mas é muito fácil pro dono do estabelecimento repassar a conta que teria que ser dele pro cliente.
Pra mim isso é esperteza, é achar que o cliente é otário, por isso dificilmente frequento lugares que cobram couvert artistico.
Augusto
28/10/2008 03:51

Sim.

Versão cover é tocar uma música ou uma versão de uma música que já existe e é de outro artista.

Couvert artístico é o que se paga para um músico por ele estar alí tocando.

Também acho que o dono do bar deveria arcar com o custo do músico, pois isto traz mais clientela. O sujeito está passando na frente do bar, vê um cara com um violâo tocando uma música legal então entra naquele bar. E acho que além do dono do bar pagar um valor pré-estabelecido, deve haver também o couvert artístico opcional onde os clientes também pagam ao músico.
nick4this@uol.com.br
15/08/2008 01:57

couvert!

bom... a palavra couvert existe sim! tem um idiota q diz q não, mas retraia-se em ideis obviase corra da informalidade que tanto lhe assusta... couvert existe! meu caro, não recorra a gramatica obliqua ou as convenções que te assistem, mas sim a ao pejorativo qu etanto te inibe a viver! creia nos teus, mas não desonres os que te ajeitam mas afrente! minhas palavras são puras, proprias e objetivas... não estou onde estou atoa... 8 idiomas que domino, destes seis com fluencia, ganho a vida com isso, e a não ser. que seja melhor que eu em meus dizeres sonsos e e bebados, não corrompa com vontade, aquelke que te cega e te guia! até pobre hermano de uma garapeira ao norte do pais!
Luís Machado
02/01/2007 10:38

discurssos alheios

bom, antes de qualquer coisa quero deixar bem claro q sou artista. E como um ,entendo claramente toda essa discussão sobre pagamento e valorização. vejamos.... se eu ando de perna de pau numa parada de onibus e depois passo o chapéu, as pessoas são obrigadas a me dar dinheiro? se eu estou num restaurante e esse restaurante expõe telas minhas nas paredes, os consumidores são obrigados a pagar para fazer a apreciação das minhas obras? se estou num bar e existe um cantor neste local, eu sou obrigado a pagar o trabalho dele? Em qualquer um dos casos, o cliente em potencial não pediu o serviço, então ele não é obrigado a pagar. Agora quando se fala de valorização artística a coisa tende a complicar, mas não tem nada de complicado, é muito simples: se eu dou uma moeda pra um artista de rua, compro uma tela exposta, ou pago para ir a uma exposição ou até mesmo pago couvert, eu estou dessa forma valorizando o trabalho do artista. O problema todo é que ta cheio de artistas que por causa das dificuldades que passamos, dificuldades estas que sabiamos que iriamos enfrentar qd decidimos engressar na carreira, usando de meios mais fáceis e impositórios de compra do seu material artístico. Eu não sou obrigado a gostar de um cantor só pq ele tah cantando no estabelecimento onde estou consumindo, assim como eu não sou obrigado a dar gorjeta a um guia de museu ou ao recepcionista do teatro; todos estes profissionais tem contratos, se o artista aceita q parte do seu pagamento fique à mercê do público q usa o restaurante (entenda bem, um restaurante não é uma casa de show onde vc tem q pagar um ingresso para apreciar o artista) o problema é dele, assim ele corre o mesmo risco do perna de pau. E embora eu não concorde com a maioria das opiniões positivistas acima, eu sou obrigado a concordar com o comentário de João Lobo Filho: não é vc q paga as minhas contas. É exatamente isso. Sou eu quem pago a conta e eu só pago o q eu consumi e pedi pra consumir. é isso aí!
Adeline
16/10/2006 16:57

Qual é a lei?

Afinal, qual é a LEI que garante aos estudantes o direito de pagar metade ou optar por não pagar o couvert artístico em bares e restaurantes? No site do procon consta apenas que o estabelecimento deve colocar o valor no cardápio. http://www.procon.sp.gov.br/texto.asp?id=658
João Lobo Filho
08/09/2006 08:34

Ponto de vista e não Aula de Inglês

Olha Meu!! Se vc quer saber TABAJARA na verdade foi a fonte na qual vc pesquisou. Só queria dizer q na verdade eu não quis te provar nada, até mesmo pq não é vc q paga as minhas contas, mais tudo bem. Eu quis sim, colocar o meu ponto de vista em questão, pq apesar de não ser um músico profissional eu convivo com essa galera e sei o q eles passam, tanto q sempre ajudo quando possivel. Eu n vou aqui comentar sobre o lance do Couvert ou Cover pq meu grande brother Fabrizio (Moooorreeeeee) foi bem esclarecedor, tanto q pelo visto parece q vc ficou até sem palavras. Não gostaria de levar isso mais adiante, mais é q doi ver as pessoas desfazendo dessa forma do trabalho da galera q faz parte da cultura inhumense. Resumindo O MEU PONTO DE VISTA é q couvert é valorisação do trabalho da rapaziada. Viva SCORPIONS!!!
Goianinsperto
07/09/2006 23:31

Parabéns, Fabrizio...

Bem... ninguém é dono da verdade, neh, Fabrizio.. hehe.. gostei do que vc escreveu, apesar do tom agressivo.. Gostei principalmente por vc fazer um discurso cheio de fontes, muito bem embasado, o que tinha faltado no nosso amigo Joao Lobo... De qualquer maneira, seu texto foi um texto rico e que veio a somar.. Parabéns!!
Fabrizio Fernandes dos Santos
07/09/2006 23:20

Goianim spertim.. disimformadim....

antes de mais nada, wikipedia nao é site que se leva a serio, pois qualquer um pode alterar o texto como bem entende. Entao vamos ver o que a lei fala sobreo o couvert artistico: COUVERT NA MESA Pão, manteiga, rabanete... Que pepino! Você mal sentou e a mesa já está lotada. Virou rotina despejar o couvert na frente do freguês, sem a menor cerimônia. No final, o consumidor fica com a entrada que não queria e engole algo mais na conta. Você tem o direito de recusar e não há nada de grosseiro nisso. O garçom pode até alegar que o couvert é obrigatório. Isso é pura "abobrinha"! Os estabelecimentos que cobram couvert devem informar que o serviço é opcional (Lei Delegada nº 4, de 26-09-62; Portaria nº 3, de 07-04-94; artigo 22, parágrafos 1 e 2). Condicionar a venda de um produto a outro é proibido (artigo 39, inciso I - CPDC), e III e parágrafo único. COBRANÇA DE COUVERT ARTÍSTICO Fique esperto para não dançar. O couvert artístico só pode ser cobrado se a casa oferecer música ao vivo e tiver com o artista um contrato de trabalho nos moldes da lei. E tem mais: você deve ser informado antecipadamente sobre o valor cobrado. Por isso, olho atento na hora de conferir a conta (artigo 39, inciso I - CPDC; Lei Delegada nº 4, de 26-09-62; Portaria nº 3, de 07-04-94, artigo 22, parágrafo 3). primeiramente, gostaria de dizer ao spertim que ele nao passa de um desinformado.... couvert artistico nao é cover propriamente dito... largue o wikipedia e vá estudar sociolinguistia aplicada e compreender semantica, linguistica aplicada e outras coisinhas básicas..... ou entao, o jornal ESTADAO tb esta errado, veja: http://conjur.estadao.com.br/static/text/9946,1 ou quem sabe este forum musical tb esta errado, pois nos informou do 4º Couvert Bass Festival da EMT http://forum.cifraclub.terra.com.br/forum/12/132989/ a proposito, corre, liga pro pessoal e peça pra mudarem o nome pois está errado!!! - risos mais um site equivocado: http://www.samba-choro.com.br/s-c/tribuna/samba-choro.0407/0180.html um dos mais conceituados em musica popular brasileira... (é... a coisa ta dificil pra vc xpertim) pois é, como tem gente especializada em musica, que estão completamente equivocados em relaçao a um misero termo oriundo do ingles cover!!! bem,.. pra quem confunde cover com couvert artistico e se baseia nos wikipedias da vida.... nao ha o que se discutir.... afinal, todos estamos errados e só ele está certo, nao é mesmo? !!! Joao Lobo, seu comentario foi coeso e coerente à materia em questao, meus parabens... profissionais da musica noturna têm mesmo que se valorizarem. Estendo meus cumprimentos ao autor do artigo. Um musico fantastico, experiente, e mais do que nunca, tem a moral pra bater a mao no peito e dizer que so toca o que gosta, que nao é vendavel aos estilos mundanos da musica brasileira, que deprimem nossa cultura... Parabens professor
Goianinsperto
07/09/2006 13:16

INGLES TABAJARA!! SEUS PROBLEMAS SE ACABARAM-SE!!

Meu amigo João Lobo, pelo jeito o seu curso de inglês foi feito pela Tabajara, né?? Duvido que vc pesquisou em qualquer dicionario q fosse pra afirmar que a palavra COUVERT vem do ingles, porque o termo certo nessa lingua é COVER... mas nao vou ficar so no seu exemplo de afirmar sem embasamento, tah??? se vc clicar nesse link aqui http://en.wikipedia.org/wiki/Cover_version vc vai aprender um pouco mais sobre COVER de musicas... já esse aqui http://en.wikipedia.org/wiki/Cover_band vai te ensinar um pouquinho mais sobre COVER de bandas... agora... se vc quiser teimar com Wikipedia, Oxford Dictionary e outros do gênero, o problema eh seu... Outra coisa... não sou contra o musico ser valorizado por seu trabalho, tem que ser mesmo! Como vc mesmo disse, ele leva tempo montando seu repertório e alegra o ambiente em que está servindo. Vc deve ter tido algum problema nas aulas de interpretação de textos, e não vou te culpar por isso.. se vc reler o que escrevi antes vai conseguir entender (assim espero) que defendo a tal taxa sendo paga pelo dono do estabelecimento, pois eh um atrativo a mais que faz com que seu recinto seja mais frequentado que os dos concorrentes... Sem querer ofender...
João Lobo Filho
03/09/2006 19:03

Sim ao COUVERT

Pelo visto o meu amigo ai o Gianisperto.. de isperto não tem nada, pq a palavra couvert é originaria da lingua inglesa e esta trasncrita da forma correta. Bem, partindo do pessuposto de que existe um taxa a ser paga ao artista pelo trabalho q esta sendo desenvolvido, as pessoas tem q estar concientes de que aquilo ali é o trabalho de alguem e esta pagando por ele. Então tendo consiencia disso, é melhor q nem passe na porta do ambiente,nem pra ver como esta o movimento, pois pra min se vc paga por algo q n te agrada de duas uma: ou vc é caridoso e tem dinheiro sobrando, ou é burro mesmo! Então antes de reclamar dos 2 reais cobrados pelo Ari la no Nativus, pense como seria divertido vc sozinho carregandos aquelas caixas pesadas e instrumentos, sem contar o trabalho q vc teve pra pegar todas as musicas e montar um repertorio, (um trabalho de quase 5 anos) pra depois de 3 horas de show não receber nem 50 reais. É, como diz o ditado popular, pimenta nos olhos dos outros é refresco.
Goianinsperto
31/08/2006 17:54

Não concordo...

Antes de mais nada, queria dizer que o termo certo é COVER e não COUVERT.. Acho que você foi infeliz nessa matéria. Pareceu muito mais um texto pra defender sua classe do que um texto de um colunista que, a princípio, deveria ser alguém crítico (e crítico aqui não é criticar os outros), capaz de trazer algum tipo de informação que realmente interessasse aos leitores. Quanto ao meu ponto de vista em relação ao COVER, acho que quem deve pagar a grana ao artista é o dono do estabelecimento que contrata um atrativo a mais para o seu recinto. Na realidade, o que vejo é muito mais um convite para os clientes não voltarem a tais barzinhos quando se colocam a cobrar a tal taxa. Por que o cliente deveria pagar por algo que deixa o bar melhor? Quem tem que pagar é o dono do bar, pois ele sim é o maior beneficiado, pois a música ao vivo deixa o ambiente mais atraente, com certeza.. Outra dica, sem querer ser chato, você deveria passar seus textos para outra pessoa ler antes de você publicá-los: há muita coisa que pode ser revisada.. o que me incomoda, vindo de um estudante de letras... Particularmente gosto muito de seu trabalho. Sua musicalidade é muito boa e agradável.. Também não curto muito sertanejo, mas é necessário respeitar o gosto dos outros. Você foi muito infeliz em seus comentários preconceituosos em relação ao gênero e isso, no mínimo, deve ser evitado em se tratando de um colunista. Concorda? Um abraço! E me desculpe se disse coisas que não gostou de ler. Se quiser, pode apagar. Porém, só quis, realmente, ajudar...
WITHE EMANUEL DE ANDRADE
18/08/2006 21:34

você paga couvert artístico

Quero apenas mandar uma abração ao Marcos e a sua esposa Amábile. Abração a vocês. Withe Emanuel de Andrade, ex-professor de matemática do Colégio Estadual Ary Valadão.
Deywid Jr Lima
09/08/2006 10:01

Deixemos de Polêmica.

Bom, por acaso achei este site, e na coluna musical, nada menos que Marcos Aurélio como e conhecido em Damolândia, fico feliz em ver que a espaço para artigos musicais neste site, mas a respeito do couvert, tenho certeza que aqueles que gostam de musica de qualidade nao se importam a pagar para se contemplar horas de musica ou seja e mais que justo a cobrança a final vivemos em um pais capitalista. No mas e isso parabenizo o Marcão, pela coluna e de agora em diante darei uma passada aqui pra comentar assim que possivél. E isso ai brother musica de qualidade e cultura sem duvida. Namastê.......
Seu admirador
08/08/2006 21:04

Não concordo

Não concordo com sua posição, em que você comenta que respeita outros estilos musicais mas utiliza palavras vulgares como sertanojo, breganejo, cantor é uma bos.... enfim suas palavras Apesar de odiar o sertanojo ou o breganeijo, eu respeito a galera que faz esse tipo de som. Você que se acha o gostosão deveria respeitar todos os estilos musicais, as tendencias e estililos. Não é você que está terminando curso superior de letras. Pois não parece, deveria melhorar seu vocabulário. E como músico você tem grande potencial, mas antes de ser músico seja mais humilde, no mundo dos artistas não tem lugar para salto alto. Como músico você acaba de perder mais um pontinho de seu admirador.
João Paulo Silveira
25/05/2006 18:17

profissionalização

Todos nós sabemos que a música nos proporciona prazer. Porém, poucos valorizam o talento do músico, visto na maior parte das vezes como mero intretenidor de platéias estressadas, se esquecendo que seu talento além de merecer a admiração também merece respaldo financeiro. O bom músico, além de reconhecido, deve sim ganhar bem, viver bem! Sempre pago covert, especialmente quando se trata de boa MPB e do velho Rock n Roll! Viva Pink Floyd!
julianna Graciela Oliveira
23/05/2006 10:12

hahaha!!!!

gostei muito! é verdade! tem gente que não tem conciencia! sou uma admiradora sua e a primeira vez que te ví tocando e cantando foi num barzinho, perto do correntão que agora me esquecí o nome. Fiquei fã pq gosto muito de Alceu Valença e vcs tavam tocando Como dois animais adorei!!!!! eu e meu esposo namorávamos na época e encostamos alí no barzeinho e por lá ficamos longas horas..... outra vez tive a oportunidade de ouvir vcs tocando na ueg tocaram Cazuza. Adorei. sabe, tem certas coisas que as vezes quando estamos fazendo nem percebemos a grandeza que aquele momento pode significar para o outro.... e vc , conseguiu eternizar alguns minutos da minha vida. Um abração! Ah.... meu esposo também admira muito o seu trabalho. Parabéns!
Fernando Martins Borges
20/05/2006 09:21

É isso aí!

Aí Marcão!!! A sua coluna ficou muito legal, e sobre o tema, eu queria dizer que, apesar da galera não aprovar o couvert eu não descordo totalmente; até porque, quem curte o som dos artistas são os clientes e não o dono do bar, que no momento está administrando o estabelecimento!... Um abração pra galera que curte o Rock e o MPB!
Fabrizio
17/05/2006 12:34

parabens pelo texto

Pride and Glory do Zac Wilde guitarrista do Ozzy Ousborne. ja começou bem...... rock n roll urruuuuu o/... espero ve-lo tocar em algum bar da vida noturna inhumense... muito rock n roll pra esse povo...