COISAS DE BRASIL
A nossa mídia ainda pinta bandido de mocinho e vice-versa...
A nossa mídia ainda pinta bandido de mocinho e vice-versa...
Por que os desonestos estão carregando preciosidades nas cuecas? Seria artifício para camuflarem suas impotências sexuais? Com certeza não... Esse ato imoral faz parte de um tráfico de influências políticas, chamado mensalão. Aliás, o mensalão se identificou tão daninho e fecundo que se reproduziu velozmente e seu fruto, o mensalinho, já gera sementes para uma próxima mania dentro da "cultura" da política brasileira.
Não sabemos o que é mais nocivo à saúde pública, se o que é modificado geneticamente em laboratório, ou se o que já nasce contaminado pelo sangue.
De tempo em tempo somos arrastados às urnas da vergonha nesse país e nunca protestamos. Somos ovelhas a caminho do matadouro.
O que nós, gente de bem, devemos fazer? Segurar a cueca ou deixar mais uma vez o mal crescer?
Considerando o imaginário retorcido dos nossos representantes políticos, não é de se estranhar que num futuro bem próximo, sejamos pegos de saia justa pelos parlamentares, impondo-nos um referendo para a proibição do uso e comercialização de cuecas no Brasil...
* Crônica PREMIADA em 1º lugar no SECCERB (Semana Cultural do Colégio Estadual Rui Barbosa) de INHUMAS-GO. No ano de 2005.
Ivan Zarur
Inspirado pelas suas professoras, aventurou-se no mundo da Literatura aos sete anos de idade. Seus primeiros trabalhos publicados foram em forma de cordel: "O Velho Ricardino" e "Não conseguiu e para o Céu subiu". Com "Mundo e Mudanças" venceu o Festival dos Campeões de Itaberaí-Go.Publicou vários trabalhos na revista Diadema Real, da Editora Cristã Evangélica do Brasil, entre eles, "Transformação", "Coisas da vida", "Mãe" e "Pastor Amado". Minha BIOGRAFIA completa, bem como outras de minhas obras estão disponíveis no meu site: www.zarur.no.comunidades.net
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