Publicado em 25/09/2007 09:39

Ronaldinho é cortado...

Jogador enfrenta uma crise pelo baixo rendimento nos últimos jogos e por suas supostas saídas noturnas

Ronaldinho Gaúcho não está num bom momento
BARCELONA - O meia-atacante brasileiro Ronaldinho Gaúcho não está entre os 18 jogadores relacionados pelo técnico holandês Frank Rijkaard para a partida desta quarta-feira do Barcelona contra o Zaragoza, pelo Campeonato Espanhol.

O jogador sofreu uma contratura muscular na perna direita que o deixou de fora da vitória do Barça por 2 a 1 sobre o Sevilla, mas os trabalhos de recuperação mostram que ele está voltando à forma.

 A única novidade do time é a entrada do atacante espanhol Santiago Ezquerro no lugar do islandês Eidur Gudjohnsen.Ronal

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Profº Fabio Gonçalves Nascimento
07/08/2011 09:25

INSCRIÇÕES ABERTAS: CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

O INSTITUTO QUALIS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE GOIÂNIA FIRMA PARCERIA COM A SECRETARIA MUNICPAL DE EDUCAÇÃO DE INHUMAS PARA REALIZAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM: EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ÊNFASE EM LIBRAS E GESTÃO EDUCACIONAL. INSCRIÇÕES NA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO COM A PROFª CLAUDIA REJANE.

Att,

Profº Fabio Gonçalves Nascimento
Diretor de Pós-Graduação do Instituto Qualis
Cristiano M. da Silva
10/04/2007 17:36

CENSURA E CEM SURA

O assunto provocou-me de dois lugares diversos: do lugar de leitor e do lugar de cronista colaborador de O Goianão. Apesar de pertencer à geração caçula de colaboradores, sinto-me parte do Jornal e toca-me no orgulho qualquer referência ao mesmo. Li a matéria de Wellington e, ao terminar a leitura lembrei-me de que já fiz não apenas crônicas criticas como também criticas crônicas a pelo menos duas gestões públicas municipais, quando de minhas primeiras colaborações ao Goianão. Na época eu era estudante universitário e, de fato, as matérias que eu assinava eram de ânimo bem exaltado. Tempos mais tarde tive a oportunidade de participar das articulações da Saúde Pública de Inhumas. Participei de uma administração considerada, no mínimo, responsável. Nessa época meus textos já não se produziam com ânimos tão exaltados porque, de fato, quem está de fora perde o foco das realizações do Poder Executivo, assim como quem está de dentro acaba perdendo um pouco o foco do quanto precisa ser realizado, afinal de contas, está centrado nas obras que estão sendo tocadas. Como cronista e leitor, e apesar de sabedor que sou do risco que a liberdade de imprensa corre com tantos rumores de idéias totalitárias nos últimos cinco anos "neste país", creio que Wellington pode, até para enriquecer seu trabalho, melhorar seus critérios de abordagem para assuntos que envolvam Gestão e Políticas Públicas. Até mesmo porque ele assina a matéria como economista e não como candidato. Entretanto, acredito também que a bancada (hoje situacionista) precisa ampliar seus critérios de avaliação das críticas vindas da imprensa Inhumense. Isso porque não me recordo, durante os quatro anos em que estive dentro da Administração Municipal, que algum dos nobres vereadores pedisse mais cuidado com as crônicas, senão fantasiosas, falaciosas de um condutor de um programa de rádio que falava em nome da oposição da época com total parcialidade e sem a menor das preocupações com as recomendações válidas para todos aqueles que se interessem pelo exercício do jornalismo ou da imprensa de modo geral. Não era por menos, afinal, o moço em questão não tinha, até onde houvesse notícia, qualquer formação superior, quanto mais em jornalismo. Espero que a atitude do ilustre vereador Braga que, diga-se de passagem, é amigo de meu pai e de toda minha família, seja um pontapé inicial para que o Poder Legislativo fique atento, de modo imparcial, ao exercício da imprensa em Inhumas, tomando por base, inclusive por crivo, o profissionalismo de Sáder Calil. P.S. Como diria há tempos meu velho amigo Gleidson Oliveira pelas ondas da Rádio Jornal de Inhumas: Bom dia, telespectadores do rádio!
Gleidson
10/04/2007 16:01

INHUMAS

Viver uma determinada realidade é melhor que ouvir falar dela, é fundir-se a ela. A questão suscitada pelo texto de W. Santos ocupou por dias a tribuna da Câmara Municipal de Inhumas e mídias local. Porque um texto tão acessível e simples ganhou tanta repercussão?Afinal, não existiriam outras questões tão relevantes quanto essa?Por exemplo, a violência urbana da cidade hoje mencionada em programa de TV? Acho que questões pequenas não merecem atenção. Justifica-las é torna-las maiores que aqueles que as discute. Não seria por isso que a violência tem crescido tanto na cidade?
JP
09/04/2007 11:05

constituição

A Constituição não é cristã, é laica, e realmente é uma das mais humanistas em todo o mundo, apesar de existir só na teoria. O Jornal deve assumir uma posição de apoio ao escritor, dando-lhe oportunidades para responder as críticas, caso não ocorra deixará de ter crédito com os bons cidadãos inhumenes. Por fim, a participação dos supracitados na Carta Magna foi pífia, resgistrada apenas suas presenças na Assembléia Constituinte.
JP
09/04/2007 11:00

liberdade de expressão.

Li o texto do economista W. Santos. Todo texto é resultado de uma interpretação da realidade, por sua vez ele, o texto, é interpretado de formas diferentes. O texto na minha opinião é extremamente simples, didádico. Sabemos que inhumas passa por um período desenvolvimentistas, mas ainda sim temos que melhorar muito, taí a violência como bom exemplo. Talvez o autor não desmerceu a atual gestão, mas sim apontou para a necessidade de mais melhorias. É curioso a relação entre política e mídia em Inhumas, poucos se atrevem a fazer alguma crítica, e quando fazem se tornam motivo de contestação por aqueles que deveriam sim estar preocupados em promover maior desenvolvimento social. A crítica e boa interpretação são virtudes caras ao contexto político-intelectual inhumense.