Publicado em 04/05/2007 09:22

TIMÃO COM NOVO TREINADOR

Depois de dispensar o técnico Leão e tentar sem sucesso contratar o treinador Abel Braga do Internacional...

Depois de dispensar o técnico Leão e tentar sem sucesso contratar o treinador Abel Braga do Internacional, o Corinthians arranjou uma solução rápida. Para substituir Leão contratou Paulo César Carpegiani, que foi campeão do mundo pelo Flamengo e dirigiu a Seleção do Paraguai de 1998.

Carpegiani tem compromisso com a diretoria de fazer uma reformulação no elenco do timão. Foi informado pela diretoria que trabalhará com um elenco, em sua maioria, garotos formados nas categorias de base do clube.

O novo treinador não será salvador da pátria. Comandar um time com uma torcida exigente como a do Corinthians não é fácil e além disso os dirigentes não vão fazer contratações de alto nível.

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Lista de Comentários

Ana Rita
09/06/2007 13:52

C

Concordo com tudo sobre a cultura inhumense...nossa sem compareção... Bem acho que qndo essa pessoas quie fazem critica sejam homens de verdade e screvam seus nomes verdadeiro..e anum colocando nickname... Num é Sr Chua plim plim
Chua plim plim
28/09/2006 14:38

Tá,

independente do aspecto hermético ou taTocrático da escrita, o importante é a dialogia estabelecida como referencial a partir do ângula aqui tomado como reflexão. Aliás, quem não sonha, não porta instrumentos a desburocratizadores. Arte é valor, moeda de significação de si. Por isso a questão não é substimar produtores de um politeismo de valores a abandonar seu cosmo berço. Lembra? O hibrido, fluído que vc mencionou! Se a questão é problematizar, não o faria por meio de variantes artificiais.
abraxas
25/09/2006 20:58

entendo...

sim, sua escrita hermética também me lembra alguém, aliás, me lembra uma provável mundança...me lembra o novo...que espero ser apto a realmente transformar. Bem, vamos por partes. Meus sonhos não acabam, se acabassem homens como Roberto Piva, Claudio Viller e outros, não ocupariam o rol da literatura brasileira contemporânea, aliás, Mordoror não estaria em vias de se esgotar! VEja, não tenho e nem quero um projeto que institucionalize a arte, pelo contrário, valorizo expressões informais, as tenho como menos pretenciosas e mais limpidas - onde há tanotocracia nisto? Aliás, tanocracia evoca boas figuras... Sites, blogs, fanzines, folhetos, e tal, originalidade. Me tenha como inocente, se quiseres, mas me preservo, tenho planos troposféricos, o que não significa que tenha abandonado o cosmos berço - lembra, hibrido, fluído, aqueles que não deram cabo das respostas que vc menciona e que são a ponta das discussões hoje. O que não admito são os tropos que nos enseram na miséria daqueles que dizem encabeçar e representar o saber local. Não há recalque porque não há menosprezo, o que existe é diligência e um olho problematizador!
Chua plim plim
24/09/2006 12:08

...

seu pensamento tatocrático me lembra alguém! Assim como aquele, vc não respondeu a problemática do modo operantis na qual estabeleceu uma sociedade patronal onde tu deves ser empregado. Afinal, se não o fosse, não estaria busacando um espaço ao sol, escrevendo apenas em períodos de intervalo de quem trabalha! Aliás, caríssimo , morrer de pneumonia intelectual não significa rediviver o que considera produção fora de seu tempo. O desejo que tens é um sonho de uma época que já passou. Os novos não têm ideologia que equilibre a estruturaçã ode seus discursos. Suas ações não satisfaz o vazio aberto pela futilidade do imediatismo. A sensibilidade, a percepção para a evidencia do novo depende de pessoas que estejam além se seu tempo. Conhece alguém? Esse alguém se importa em ser porta voz de seu argumento? Se o novo não brotou é porque não sonham os teus sonhos. Faça o que seu texto sinaliza, continue estudando! Valores locais são tão universais que menosprezá-los é fortalecer o controle que exerce sobre vc, quando não, fica-se recalcado como vc. Implorar é um ato de conveniência? Porque implorar disser a uma sociedade algo que não entendem? Se estou enganado, divulge tuas idéias por outros meios. Exercite tuas considerações na prática...
abraxas
23/09/2006 19:15

entende mesmo?

Parece tão conivente com a situação que duvido que entendas. Bem, sobre os referencias da sociologia contemporânea, creio que não estou desatualizado! Se te disse que a cultura é um bem plástico é pq transito em um solo bem contemporâneo, o do renovo, o dos pós que descretinizam a essencia! Bem, os novos não são práticos pq não estão afim de negociar com a canalha, e mais, os senhore do saber inhumense nunca foram questinonadores, nasceram no berço de pedras preciosas, portando, nunca poderiam contrariar o mundo em que nasceram! Não acha? Sou pela arte não institucionalizada, e daí sou ainda romântico como os espíritos dos novecentos que vc citou. O que queres, que eu vá implorar para aqueles que só buscam a auto promoção? HHHeee, não dá, é uma questão de desprezo pela inaptidão e pela politicagem do patronato!
Honório da Silva
23/09/2006 14:31

Credo

Tô assistindo uma nova onda de uma boa discussão sobre cultura. Espero que isso dê resultados práticos. Desde que moro em Inhumas, as coisas não vão pra frente. Concordo em muitos aspectos com o chua plim plim. Abraxas parece tá meio contrariado! A parte do sangue novo é boa, mas como?
Chua plim plim
23/09/2006 14:23

TE ENTENDO!

Portadores de validade universal, os verborrageiros de plantão não inovam, apenas fecham o tempo de seu pessoalismo no simplismo de suas críticas. Se está tão certo das acertivas culturais, porque os comentários que fazes sobre a cultura não têm resultados práticos? Porque a dita elite negligente dos valores populares se fecha para vc e para mim. Não sou porta voz de órgãos inoperantes, mas seria imprescindível experimentar a praticidade de vossa polissemia. Quanto as discussões conceituais, creio que não esta com a leitura da sociologia contemporânea muito atualizada. Mas pode ler também referenciais da literatura romântica do XIX. Claro, não é culpa tua. Afinal, organizar o caos social é colocar no lugar idéias de uma sociedade que não entende. Veja, a questão em Inhumas não são as pessoas, artistas e escritores é o significado agregado de poder que depositarma ao longo de sua aquisição das imagens do mundo local. Quanto ao sugestivo sangue novo, concordo, porém assim como aqueles que critica eram sangue novo há muito tempo atrás, hoje são instrumentos a serviço da manutenção de seu poder. Se toda cultura tem ritmo próprio, que dinâmica os de sangue novo tem disponibilizado para tanto? Cadê os caras? Onde estão sua imagem, produto daqueles que o porta? Vou ser mais claro, cultura não se rompe com a duração de temporalidades, tá na cabeça, nas mãos que muitos preferem beijar aos invéns de puxar carroça. Pensar-se a partir do que se faz é um princípio norteador para a coerência. Entendo sua contrariedade! Prefiro pensar estrategicamente. Ah! fica uma sugestão. Esse portal podia dispor de espaço para divulgação de artistas plásticos. (FICARIA FELIZ EM MOSTRAR MEU TRABALHO E SER AVALIADO, OUVIR SUGESTÕES COMO A SUA)
ninja químico
22/09/2006 16:41

...

ups, ficou meio bala o negócio aqui hein? Legal, a cultura como conveniência...hehehe Mas oh, o negócio do sangue novo é legal!
...
22/09/2006 16:37

sim

cultura é um bom negócio, e se é negócio , usando um velho referencial, e mercadoria! até o ingênuo aqui sabe como a canalha anda se alimentando bem! A problematização exige novidade, digo, sangue novo! Mais sim, este beija mãos do carálho é válido, até o dia que alguém lhes arrancar as mãos!
abraxas
22/09/2006 16:27

ótimo

Como não ganham nada em fazer críticas? Ótimo, deixemos aqueles que se dizem representante da cidade - aliás, jogam de forma burra, em seus piparotes de resgate do tradicional, sequer têm noção da polissemia da cultura. - ganhar seu dinheirinho. Ah, ele não pretende discutir um único modelo cultural? Talvez, apesar da boa vontade, ele não saiba sobre o panorama cultura inhumense. Dê uma boa olha naqueles que se dizem a ligados a cultura, não são os mesmo de sempre? Oh, e que vocação eles tÊm para discutir o assunto. ..A cultura do projetismo, a idéia do devemos sempre estar em foco, é pobre, e é ela que ganha território aqui! Projetos sobre projetos e a cultura nunca foi problematizada, ou foi caro plin? Podemos hoje ver um ou outro, que tem formação e interesse pelo assunto. Quanto a originalizade, me refiro à problematização do que somos, ou melhor, dos muitos mundos que somos. Quanto ao tomar posição, organizar o caos, e elaborar conceitos, gostaria de lembrar também que o conhecimento moderno nem de longe se ausentou da crítica e do interesse por transformar a realidade. De forma alguma discordaria da noção de cultura enquanto constituidora e significadora do mundo, e mais, representar é poder!Só que isto é óbvio, o que não é, caríssimo, é o quanto a fixação de um tipo de concepção de cultura nos torna pobres, nos essencializa! Patavinas e piparotes, nem gremi, nem alcai e nem secretaria!
Chua plim plim
22/09/2006 00:08

Será?

Manusear pré-conceitos pressupõe reconhecer que nenhuma posição pessoalista engessa sua ação prática. Daí, toda forma de expressão cultural deve ser entendida num ritmo próprio que o define. Maniqueísmos não tem lugar nas definições conceituais, por isso o pensamento ocidental organizou seu caos criando a ciência. Selecionou o útil do fútil. Por isso falar em originalidade cultural em Inhumas implica discutir como uma época transcendente; uma época que não olhou para dentro de si enxergando seu ritmo, não valorizou-se, por isso adotou sentidos sedimentares para se legitimar. A questão aqui é a do significado, preocupação que me parece central no texto do autor. Nesse sentido, Hélio não pretende discutir especificamente um único modelo cultural ou artístico, até porque seus referencias são tomados como exemplos a contextualizar o que precisa existir, necessita ser olhado por dentro. Nesse caso, penso que nenhum dos episódios culturais mencionados constituem em si sínteses para entender a dimensão do sentido de cultura em Inhumas. Afinal, nem o povo, nem a elite, a quem a cultura esta a serviço, estão preocupados com tudo isso. Se estou equivocado, como pensar cultura desvinculada a manutenção de sua ordem interna? Quem tem cultura tem poder. Não é o caráter elitista da cultura que provoca indignação é a quem estão ligados os grupos que os dirige. Afinal, quem são os conselheiros do governo do Estado? Quais os nomes ligados as bolsas de publicações de livros em Goiás? Quem faz parte das comissões de apreciação de projetos culturais na AGEPEL? Ingenuidades a parte! Hoje a moda é o turismo de eventos, a cultura como forma de empreendedorismo (empresa). Poupança de rico é incentivar a divulgação da cultura afro-descendente. A cultura popular lapida secularmente suas tradições enquanto uma minoria abastada solicita financiamento a PETROBRAS (com sucesso) para gravar CDs de folias de reis de Inhumas, ou faz reuniões na prefeitura para discutir cultura em seu caráter empresarial. O que mata a cultura não é o saudosismo de alguns é a crítica desinformada que ao falar mal da ALCAI estão promovendo de graça aquele grupo, fazem mídia e não ganham nada, esse é o jogo do empreendedorismo, investir na divulgação de imagens. Enquanto a crítica desmerece a cultura por sua incompetência, esta se institucionaliza e ganha dinheiro com o que não é seu.
Abraxas
21/09/2006 15:01

sei...

Caríssimo, há equívocos craços em seu texto. Infelizmente você tem uma visão ainda limitada sobre arte e ou cultura. Nem GREMI, nem ALCAI, expressam o verdadeiro valor da cultura local. A razão disto reside no caráter puramente elitista do finado festival e da ególatra academia, que muito pouco ou nada pomoveram no sentido de: a) construir uma manifestação artística original, criativa, não passando de um passa tempo, o que implica em uma escrita simplória e tediosa; b) não viabilizam a expansão democrática do saber, festivais e academias honram aqueles que se dizem artistas a séculos, não tem compromisso sinsero e sólido com o desenvolver artístico e nem capacidade para ensina-lo à população que dizem representar, certo? Discordo da metáfora da Fênix, prefiro a de narciso, cheio de si, e que foi tragado pelo rio ( mas que em nosso caso não virou uma flor bonita, ou qualquer outra manifestação de vida) como os epígonos da sabedoria local. Aliás, exercício fácil, localize os membros destes festivais em relação às esferas do poder, talvez assim você entenda melhor do que se trata a sabedoria inhumense.
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